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Sinopse de uma história real

Era uma vez uma mulher com nome de princesa, baiana metida a hippie. Era uma vez um gaúcho que dizia não acreditar no amor. Um amigo em comum e alguns empurrõezinhos fizeram esses dois se conhecerem e viverem, na vida real, uma história que parecia de cinema. Hoje essa história completa 39 anos. Parabéns aos protagonistas, Jorge e Gleide (meu pai e minha mãe).

Reflexões de fim de ano

viver na plenitude

Fui incumbida de alimentar os coelhos das minhas sobrinhas e cuidar das plantas da casa da minha irmã essa semana.
Enquanto findava minha segunda tarefa, um jato de água atingiu a parede por acidente e um arco iris apareceu. Quase não deu para vê-lo. Molhei a parede de novo, intencionalmente e fiquei olhando aquelas cores e o arco que parecia maior. Sorri lembrando de um homem que, não sei quantos mil anos atrás, recebeu uma promessa acompanhada desse arco e imaginei que isso deve ter alegrado seu coração. Sorri ao me lembrar que nas coisas mais simples, Deus se revela a nós. Sorri porque, com esse jeitinho peculiar de me enviar mensagens, ele me animou e me fez lembrar de uma palavrinha que aqueceu meu coração: fidelidade.
Não gosto de clichês de fim de ano, mas não nego que foi oportuna essa mensagem. Feliz ano novo.

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Ela sempre quis ver Deus

Ela vivia uma busca incansável

Procurando Deus por todos os lados

Sabia que não encontrá-lo era improvável

Por isso insistiu em procurar, mesmo quando pensava ter falhado

 

Soube que um dia ele se deixou ser visto

Mas o que era mistério aparentemente

Tornou-se real, através de Jesus Cristo

O Grande Deus da Bíblia quis ser gente

 

Vivendo aqui na terra

Andou, falou, sorriu e chorou

Mas depois seu tempo aqui se encerra

Aos céus ele voltou

 

E agora, como o veria, então?

Não é mágica nem conto de fada

Algo aconteceu e mudou sua percepção

Ela hoje viu Deus abraçando uma mãe enlutada

 

Lembrou-se de ver uma conhecida andando com outra que não lhe queria bem

Mesmo ficando antes naquele impasse

Não é fácil, ela poderia julgar alguém?

Mas hoje ela viu Deus dar a outra face

 

Por fim olhou para sua vida e percebeu

E isso poderia ser um teste

Agora abraçava aqueles por quem seu coração um dia doeu

Em si mesma viu Deus multiplicar 70×7

 

Ela sempre quis ver Deus e entendeu que era possível

Em seu cotidiano, de forma nem um pouco rebuscada

Cada pessoa dele ao seu redor era um instrumento acessível

Mostravam que ele estava sempre ali e, na verdade, ela fora encontrada

 

Diário de tia #4

Minha mãe foi na pracinha com Amanda e Laura e elas pegaram várias flores para elas. Uma dessas, Alef ofereceu a uma moça que parou em frente a minha casa. Amanda não queria que perder a única flor aberta que tinha e, por isso, protestou.
Um tempo depois, a moça passou com mais três crianças e cada uma delas deu uma flor para Amanda.

Minha mãe veio com a lição do dia:

– Tá vendo? É isso que acontece, você acabou recebendo de volta e mais do que doou.