“Ela é a moça que sonha
O tempo não lhe escorregar
Seus segredos
Não vem a tona
Porque hão de se preservar
Como pode assim um coração
A sete chaves se trancar
Pode esconder a emoção
Com tanta ternura no olhar
É só lembrar pra ver
É, parece que ela tem na ponta dos dedos
O caminho que trilhar
Parece sofrer com a espera de tudo que sonha
Mas é seu jeito de levar
Qualquer coisa que lhe destoa
É pouca para lhe faltar
Sabe a hora de rir a toa
E também a hora de chorar
Ela pode ter um novo amor
Para em mil pedaços revirar
Peca na incerteza da paixão
Mas num passo sabe contornar
É só lembrar pra ver
É, parece que ela sente as cores do vento
E o destino que traçar
Parece temer a força que vem de dentro
Encantar, pra nunca mais me deixar
Pra sempre me levar”

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Encontro com uma velha (e nada agradável) conhecida

– Oi, Brenda! Como você está? Já faz um tempo…
– É, estava bem até você chegar…
– O que tem feito?
– Não gosto de você, se vai ficar aqui, pode ao menos ficar quieta?
– Grossa! Não adianta me ignorar, faço parte de você também.
– Obrigada por lembrar.
– Ele não falou com você hoje…
– Quem se importa?
– Você.
– Estou tentando fazer outra coisa, você poderia parar de me lembrar dele?
– Meu trabalho não é esse, você sabe.
– Dane-se.
– Você está diferente da última vez… Espera, você não está sofrendo mais por M, não é?
– Não, eu superei. Vou superar isso também. Eu sou PhD em superar, meu bem, você não sabe de nada.
– E você paga de sabida, madura, mas ainda não aprendeu tantas coisas… É por isso que estou aqui,‘’Mal começaste a conhecer a vida…’’.
– Então tá, o que eu ainda tenho que aprender?
– Por hoje, apenas uma lição: Você não deve me ignorar.

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Quando a arte imita a vida #2

Podia ser eu, mas é Anne Frank:
“Ter um diário é uma experiência estranha para alguém como eu. Não somente porque nunca escrevi nada antes, mas também porque acho que mais tarde ninguém se interessará, nem mesmo eu, pelos pensamentos de uma garota de 13 anos. Bom, não faz mal. Tenho vontade de escrever e uma necessidade ainda maior de desabafar tudo o que está preso em meu peito.”